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..."As lâmpadas de tungsténio representam até
hoje a luz mais usada em estúdios de televisão profissional. No
entanto não são totalmente eficientes - pouca iluminação para
muita potência. A maioria da electricidade que faz aquecer o
filamento da lâmpada produz calor, o qual irradia energia
infravermelha. Com câmaras propositadamente ‘cegas’ a esta
energia, tal situação é contraditória porque o calor tem de ser
removido pelo ar condicionado, que consome ainda mais energia.
Os projectores fresnel proporcionam um bom
controlo da iluminação, com as suas lentes e palas. Doutra forma
são uma crueldade, quando apontados para alguém, mas quando
usados com precisão podem revelar talento. A luz directa é
essencial para modelar, enquanto que a luz difusa é necessária
para suavizar a imagem. Infelizmente, as unidades que dão esta
luz têm tendência a deixá-la escapar para todo o lado, podendo
estragar uma cena."...
..."Estações de televisão por esse mundo fora
dedicadas à informação estão a alterar todo o seu conceito de
iluminação tradicional e a substitui-la por luz fria. Não tanto
para poupar em termos de energia, mas também pelo tempo de vida
útil das lâmpadas, desta nova tecnologia, ser substancialmente
superior.
Também a versatilidade deste tipo de luz torna
mais produtivos os estúdios onde a facilidade de adaptação da
iluminação a qualquer pivot ou entrevista não necessita
de grandes ajustes. Com uma iluminação de luz fria temos uma
grande variedade de situações cobertas com uma iluminação suave
e difusa. Ao não provocar sombras definidas, esta iluminação
evita por parte do iluminador os ajustes necessários e
essenciais da iluminação convencional."...
..."A luz que sai dos tubos fluorescentes não é
contínua em tempo nem constante em nível. A este fenómeno,
frequente nas lâmpadas fluorescentes, chama-se flicker e
é notado pelas pessoas com a vista mais sensível."...
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