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..."Em 1981, a Vari*Lite começou a comercializar
um projector que se movia na horizontal e vertical, mudava as
cores e os gobos. Chamavam-se VL1, mas surgiram muitos e
variados nomes para estes novos projectores, conforme o seu
fabricante. Inevitavelmente, surgiram de vários cantos do mundo.
Essencialmente, eram profiles com a facilidade de moverem
o feixe de luz, de mudarem as cores e os gobos."...
..."Foi novamente a Vari-Lite a revolucionar o
mercado, com o aparecimento de washlights robotizadas. Em
1993 apareceu o VL5, controlado por DMX e lâmpada tungsténio de
1000w. No Outono de 96 foi a High End Systems a surgir no
mercado com o Studio Color, este com lâmpada de descarga de 575W
MSR. A grande inovação é poder rodar a lâmpada tornando o seu
efeito elíptico capaz de girar sobre si mesmo, surgindo assim
novas possibilidades. Devido ao balastro, o Studio Color pesa
31kg, em vez dos 11,5kg do VL5, o que torna a sua montagem mais
difícil. O Mac600, da Martin, também com lâmpada 575W MSR e
lente fresnel, consegue, contudo, produzir uma luz mais
brilhante que os anteriores."...
..."A escolha de gobos apropriados ao efeito que
se quer é outro ponto fundamental: nunca se deve alugar
equipamentos com os gobos standard, senão corremos o
risco de criar efeitos já muito vistos e pouco apelativos ao
telespectador. O simples facto de usar gobos diferentes dos
normalmente mais vistos é só por si um trunfo no resultado. O
espaço reduzido em alguns cenários torna os de menor dimensão
favoritos, algumas vezes com resultados fantásticos, pois estão
no sítio certo."...
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